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Meta Reciclagem e Robótica Livre

novembro 13, 2008
Guindaste controlado pelo PC (porta paralela)
Guindaste controlado pelo PC (porta paralela)

A oficina de Metareciclagem e Robótica Livre foi ministrada pelo professor Eloir J. Rockenbach que coordena o Centro Marista de Inclusão Digital (Cmid) e apresentou uma proposta diferenciada em relação a maioria dos projetos de robótica em ambiente escolar que é desenvolvida com a utilização de kits padronizados, o projeto parte para soluções livres em substituição aos produtos comerciais que em sua maioria utilizam Software e Hardware Proprietário. Este projeto propõe a quebra de paradigma com a utilização de Software e Hardware Livre.

O caráter sócio-ambiental da metareciclagem e rebótica livre foi posto em debate como realidade que deve ser difundida pois se trata de transformação de material poluente em matéria prima para a construção de conhecimento e inclusão digital.

por Gabriel Metarec

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Apresentação de Casos de Sucesso – Concurso IBSA

novembro 10, 2008

Na 7ª Oficina de Inclusão Digital, foram apresentados Casos de Sucesso de promoção da  inclusão digital e suas especificidades, seus desafios e seus múltiplos aspectos.

Os Casos foram apresentados antes das Plenárias e o Caso mais votado, foi  escolhido para representar o Brasil  num intercâmbio de inciativas com a Africa do Sul e Índia – IBSA. O projeto premiado terá a oportunidade de receber representantes de inciativas de sucesso desses paises para trocas de experiências e também de ir lá para conhecer as soluções locais encontradas para promover a inclusão digital nas comunidades.

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O projeto escolhido  na 7ª OID com 2.138 votos foi o Pirambu Digital (www.pirambudigital.com), que é desenvolvido no Bairro Pirambu, uma comunidade de Fortaleza  que apresenta um alto indice de violência. Os coordenadores do projeto fizeram uma pesquisa no bairro e descobriram que havia meio computador para cada habitante por quadra do bairro. A partir dai criam o projeto Condomínio Digital onde cada grupo de 10 moradores tem um sindico, que recebe um computador e conexão, esta internet é distribuida ao custo de R$ 35 reais mês e cada morador tem condição de  adquirir um computador pagando por 10 meses R$ 10 reais.

Dois casos que também se destacaram foram o “Teclando na Aldeia”, que mostra o uso intensivo da Tecnologia de Informação e Comunicação na Educação Formal e Não-formal. A idéia é familiarizar os indígenas com o uso das tecnologias existentes na escola local, como vídeo, televisão, computadores, câmera digital e DVD. O projeto também busca resgatar um pouco da história do povo Potyguara, utilizando a tecnologia para elaborar livros e vídeos com histórias da comunidade.

Já o projeto Rede Mocoronga – Comunicação comunitára e inclusão digital (www.redemocoronga.org.br), apresentou sua inciativa de inclusão digital na região Amazônica, em áreas rurais nas comunidades ribeirinhas dos rios Tapajós, Amazonas e Arapiuns.  A experiência piloto dos Telecentros Culturais nas comunidades tradicionais da Amazônia com o apoio de outros parceiros, o Saúde e Alegria já implantou seis telecentros e até o final de 2009 a perspectiva é de ter implantado 11 telecentros. A Rede Mocoronga capacita os jovens para a produção de jornais, programas de rádios e vídeos, isso tudo para fortalecer o protagonismo juvenil no que diz respeito a comunicação comunitária nas comunidades.

Parabéns para todas as inciativas apresentadas, pois, todas são um sucesso!!!

Giulliana de Souza

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Navega Pará

novembro 10, 2008

Será o começo de uma enorme mudança social na nossa querida Amazônia?

Foi lançado no último dia 3, em Belém, o NAVEGA PARÁ. Esta iniciativa deverá interligar por internet de alta velocidade, a partir de ações básicas, os principais órgãos administrativos do Estado, viabilizando ações como tele-educação, tele-negócios e inclusão digital. Esta iniciativa propõe uma desomogenização da mais importante ferramenta tecnológica para a transformação social, a internet, a partir da parceria do governo da estado com as distribuidoras de energia elétrica Metrobel e Eletronorte. Vê-se logo a importância da digitalização da informação nessas áreas de baixo acesso.

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AÇÕES BÁSICAS DO NAVEGAPARÁ

Metrobel – Utilização da rede de fibra óptica Metrobel para interligar, por internet de alta velocidade, cerca de 300 unidades administrativas. Principais áreas beneficiadas: segurança, saúde e educação.

Infovias – Integração do Estado com a interligação dos principais órgãos públicos a partir de convênio para utilizar 1.800 quilômetros de fibra óptica da Eletronorte. As infovias são uma rede macro de transmissão, da qual é necessário baixar o sinal para utilização em serviços públicos.

Cidades Digitais – Construção de pequenas redes para que se baixe o sinal da Eletronorte, interligando os principais órgãos públicos (federais, estaduais e municipais), como escolas, hospitais e delegacias.

Infocentros públicos – Serão construídos infocentros em 13 municípios, disponibilizando internet de alta velocidade para dois milhões de pessoas no interior.

Telecentros de negócios – Será realizada a capacitação e qualificação, além de seminários e debates à distância de setores produtivos. A Secretaria da Fazenda ampliará o projeto original, construindo telecentros de negócios nos principais pólos econômicos, para utilização por sindicatos, empresas, cooperativas e associações.

Além disso, serão criados telecentros para viabilizar ações de telemedicina, tele-educação e teleconferência, ao longo dos 1.800 quilômetros de fibra óptica da Eletronorte.

postado por Gabriel Metarec

Fonte: Governo do Estado do Pará

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O nosso Muito Obrigado…

novembro 10, 2008

Patrocínio:

DATAPREV Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial Banco do Brasil Senior - Petrobras Fundação Banco do Brasil
SERPRO Expositor - Rede CELPA Radiocomm Caixa Econômica Federal Minascontrol Sinetel

Apoio:

EMPA Computer Store Cobra Tecnologia Eletronorte Instituto de Artes do Pará
FAPESPA UFPA SEDUC Casa Civil Estado do Pará Governo do Pará
MEC Ministério da Cultura Instituto Nacional de Tecnologia da Informação Casa Brasil Ministério Ciência e Tecnologia GESAC Ministério dãs Comunicações
Previdencia Social Ministério da Previdência Social Telecentros Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Territorios Digitais IICA NEAD Ministério do Desenvolvimento Agrário Governo Federal
Fernando S Araujo
Coordenador do Telecentro – ES
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Recondicionamento de Computadores

novembro 10, 2008
Metarec da CB do Ceará

Metarec da CB do Ceará

O que é recondicionamento?

O que é reciclagem?

Qual a diferenca entre os dois?

Essas foram as questões que abriram a oficina de recondicionamento de computadores.

A oficina teve como foco o reaproveitamento de equipamentos mais antigos na construção das novas tecnologias e da inclusão digital. O CRC -Centro de Recondicionamento ded Computadores (http://www.crcgamadf.org.br/) apresentou de maneira dinâmica as etapas do recondicionamento de computadores citando como fazer e a importância de cada passo:

1.Limpeza

2.Configuração de POST

3.Lubrificação

4.Instalaçao e teste de hd

5.Teste de memória

6.Conferência do técnico

7.Limpeza e embalagem

8.Controle de qualidade

9.Estocagem

A importância de trabalhar com o recondicionamento de equipamentos mais antigos é notável pela necessidade de mudança nos hábitos indústriais e também de cada um de nós, os usuários.

Para o fechamento da oficina os oficinandos puderam testar na prática todo o conteúdo contando com a assistência do pessoal do CRC.

Postado por: Gabriel Metarec

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No encerramento da oficina de inclusão Digital

novembro 10, 2008

Entrega da Carta de Belém

Entrega da Carta de Belém

Público Recorde

A 7ª Oficina para Inclusão Digital teve um número recorde de inscritos com 3.514 pessoas e 2.318 credenciados. Foi a maior Oficina já realizada até hoje em número de palestrantes, moderadores, debatedores e oficineiros que contou com participação de representantes de todos os Estados do país. O Estado do Pará esteve representado com o maior número de pessoas, 1904 gestores de telecentros, estudantes e professores que em sua maioria nunca havia participado do maior evento de inclusão digital do país.

Os diversos programas de inclusão digital do Governo Federal como GESAC, PROINFO/ Laboratórios de Informática do Ministério da Educação, telecentros do Banco do Brasil, as estações digitais da Fundação Banco do Brasil, Serpro Cidadão, Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva do Ministério da Educação, Centros de Inclusão Digital do Ministério da Ciência e Tecnologia, Computadores para Inclusão do Ministério do Planejamento, Casa Brasil, Kits Telecentros do Ministério das Comunicações, TINs – Telecentros de Informação e Negócios do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, telecentros do Ministério do Desenvolvimento Social, telecentros Petrobrás, Maré/ Telecentros da Pesca do Ministério da Aqüicultura e Pesca, Territórios Digitais do Ministério do Desenvovimento Agrário, Centros Vocacionais Tecnológicos do Ministério da Ciência e tecnologia, Telecentros ONG Moradia e Cidadania da Caixa e Quiosque Cidadão do Ministério da Integração Nacional estiveram presentes com 1.141 representantes.  Cerca de 500 participantes tantos dos programas federais quanto de projetos de organização do terceiro setor puderam participar do evento com algum tipo de incentivo da organização como transporte, acomodação e alimentação.

A 7ª Oficina para Inclusão Digital é uma realização da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento – SLTI/MP em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia – SEDECT e Processamento de Dados – PRODEPA, do Governo do Pará e conta com o patrocínio da Dataprev, Banco do Brasil, Petrobras, ABDI, Fundação Banco do Brasil, Serpro, Celpa, Caixa Econômica, RADIOCOMM, Minascontrol e Sinetel. Ainda, a organização da Oficina conta com a participação do Comitê Técnico de Inclusão Digital do Governo Federal, e das seguintes entidades da sociedade civil: Sampa.org, RITS – Rede de Informações para o Terceiro Setor, Cidadania Digital, Coletivo Digital e Projeto Saúde & Alegria.

Fernando S Araujo
Coordenador do Telecentro – ES
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Telecentristas ou Educadores Públicos?

novembro 7, 2008

O trabalho que os telecentristas de todo o país desenvolvem com a comunidade quando o assunto e Inclusão Digital, e um trabalho muito importante pois os mesmos contribuem para que a cada dia possa se incluir digitalmente mais pessoas. Quando falamos em telecentristas ou educadores públicos estamos nos referindo a mesma “coisa” pois ambos desenvolvem o mesmo trabalho tem o mesmo objetivo o de incluir digitalmente a comunidade da qual ele faz parte.

por: Letícia Rocha

Coordenadora telecentro Casa Brasil PUC – Contagem